Horizontes (im)possíveis no estágio: práticas de letramento e formação de professores de línguas

Carla L. Reichmann e Ana Lúcia Guedes-Pinto (orgs.)

Os discursos aqui analisados, que aparecem nas vozes de professores universitários da disciplina Estágio Curricular Supervisionado e nas de seus alunos, às vésperas de entrar na profissão, e após recente imersão nos meandros da escola (ou mesmo simultaneamente a tal imersão), evidenciam, em geral, que a impermeabilidade dos muros que separam a
universidade da vida cotidiana escolar é penetrável, podendo ser rompida em situações tais como as relatadas: novas práticas pedagógicas, novos gêneros formativos, novas e instigantes questões, uma preocupação real com a história que emerge dos textos em portfólios, rememorações, vídeos, histórias de vida são elementos que, aos poucos, tornam a experiência
de estágio um misto harmonioso de práticas sociais nas quais diversas esferas (escolar e universitária, estudantil e profissional) se entrecruzam, se conhecem, se permeiam. Isso quando há docentes universitários que acreditam, como Ana Lúcia e Carla mostram ao organizar esta obra, em seu poder de formadores de futuros professores que se unem, que convergem em sua atuação, que usam a arte, as muitas linguagens, as trajetórias comuns a fim de delinear, para esses novos professores, horizontes possíveis.

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